Vamos refletir...
Com a chegada do fim de ano as pessoas que recebem salário começam a planejar como usar o dinheiro (se sobrar algum) para cumprir as obrigações natalinas: os festejos e os presentes.
Mais gente na rua e mais dinheiro em circulação servem para alimentar o crime organizado e o desorganizado também.
Porém há a outra metade do panetone que não é tão doce assim: são os que vivem abaixo da linha da pobreza (se não me falha a memória no Brasil são vinte e quatro milhões de brasileiros nesta situação). Eles não terão como comprar um presentinho (mesmo das famosas casas de R$1,99) nem reforçar uma refeição que deveria ser festiva, pois não há refeição a ser reforçada. Aí só resta esperar uma eventual filantropia e a boa vontade das pessoas com mais possibilidades. Ações essas que não são a solução, mas doces suspiros paleativos que se dissolvem rapidamente na boca da esperança...
Nossa como o governo e a economia capitalista são cruéis, pois esta desvia o sentido maior da festa do final de ano: o nascimento de JESUS. O sentido se torna uma flor murcha chamada consumo. Já o governo embalado pelas mãos da economia capitalista subtrai de diversas maneiras a distribuição da renda mais igualitária entre a população. O governo não dá a verdadeira oportunidade da grande maioria das pessoas pescar, mas dá míseros peixinhos em época de eleição para enganar o estômago que grita desesperadamente de fome... O pior é que isto já se tornou secular e irá se transformar em milenar, pois ninguém tem a coragem de mudar.
Sou um sonhador por natureza, por isso espero que o mundo mude... Que as pessoas sejam mais felizes... E que todos nós unidos possamos comemorar o nascimento de JESUS num banquete de amizade e irmandade sinceras onde apreciaremos o exato sabor da palavra AMOR...
OBRAS DA HUMANIDADE (18/06/1993)
Os homens se diferem
pelas obras que fazem
e as deixam impressas
em suas pegadas...
(Esta poesia faz parte do livro de poesias chamado LUZ de minha autoria)

MECANISMOS DA VIDA (19/07/1992)
Não deixe os valores materiais
encherem os espaços
do seu coração e os espirituais
serem cada vez mais escassos.
(Esta poesia faz parte do livro de poesias chamado EMOÇÕES de minha autoria)

UMA QUESTÃO DE RESPEITO (21/12/1990 - 19/01/1991)
No dia em que o governo
conseguir unir o que diz
com o que faz, o povo será feliz,
pois isto é uma questão de respeito...
(Esta poesia faz parte do livro de poesias chamado DESEJOS de minha autoria)

ESCASSEZ (04/11/1990)
Quando há escassez
de sábias idéias
nascem as guerras.
(Esta poesia faz parte do livro de poesias chamado MOMENTOS de minha autoria)

Despeço-me de você tendo em meu abraço o calor de um até breve... Sei que logo logo estaremos novamente viajando juntos pelos caminhos encantados da poesia... Fique com Deus...

Escrito por Ziney às 18h03
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